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VOA
Revista Vegetarianos
Felizmente, há mais de um ano, foi lançada a Revista dos Vegetarianos, obra que muito nos acrescenta e que nos traz infomações importantes para aqueles que já são veggies ou vegans, ou ainda  ( e talvez principalmente ) àqueles que simpatizam com a causa e recisam de um empurrãozinho para tornarem-se vegetarianos.


Capa de uma das edições da Revista dos Vegetarianos, facilmente encontrada nas bancas de jornal e nas melhores livrarias.


Abaixo você confere alguns destaques de edições passadas e presentes, que serão sempre atualizadas para que você fique em dia com seu conteúdo e, quem sabe assim você passe a ser também um leitor da revista ( facilmente encontrada em bancas de jornais e livrarias em shoppings ) para entender melhor tudo acerca do assunto.
Boa leitura!

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CALÇADO VEGANO
Vegetariano há um ano, João Gordo lança versão de tênis para agradar os amigos veganos.


                       
João Gordo mostra a sua linha de sapatos sem pele animal.
             
Feito com dois tipos de lona e borracha, o novo tênis do apresentador da MTV e vocalista da banda Ratos de Porão, João Gordo surgiu para atender a demanda dos roqueiros, punks e skatistas veganos que agora têm mais uma opç~çao de calçado sem qualquer tipo de produto animal. "No ano passado, eu lancei um tênis, mas a galera disse que não ia usar porque tinha camurça. Então eu tive que lançar uma versão vegan", comentou João. A nova versão ficou conhecida como El Pateador de Culos e a galera a quem o vocalista se refere é Juninho, baixista da banda e vegano há doze anos. Ele foi uma figura importante na decisão de João Gordo, que há um ano não come nenhum tipo de carne e garante que agora se delicia até com chuchu.
Por enquanto, o tênis da marca QIX será vendido por R$180 e somente nas lojas King 55, que trabalha com roupas e acessórios veganos em São Paulo.
Para maiores informações: www.king55.com.br

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OSSO VEGETARIANO PARA SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO




Os ossos de brinquedo da Buddy Toys Nylon prometem entreter e também manter a saúde bucal do cães mais agitados.
Produzidos com nylon atóxicos, não soltam pedaços e não provocam o desgaste dos dentes dos cachorros de médio e grande portes, como Labradores, Dálmatas e Boxers. São quatro formatos e tamanhos diferentes que variam entre R$24,60 e R$37,70 e que podem ser adquiridos pelo site da empresa (http:// www.bitcao.com.br ), que faz entregas em todo o Brasil.
O fabricante afirma que os ossos são fáceis de limpar e as formas foram especialmente desenvolvidas para ajudar o cão a manter o brinquedo firme na hora de brincar.

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GATOS NA REDE!
Na China, ativistas se organizam pela internet e salvam 840 gatos

E viva a internet! No dia 06 de Julho de 2007, o ativista chinês Huo Puyang  conseguiu avisar pela rede outros 30 ativistas sobre a existência de dois caminhões lotados com gatos que serviriam de comida para habitantes da cidade de Guangdong. Depois de muita negociação, o grupo conseguiu comprar os 840 gatos, que estavam encaixotados dentro dos contêineres, por U$1,2 mil.

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CHOCOLATE DE SOJA

Único chocolate branco de soja no Brasil pode ser encomendado pelo Correio!

A culinarista e autora da coleção culinária Vegetariana sem Mistério
( Ed. Gato Preto ), Ana Maria Curcelli, conseguiu desenvolver o primeiro chocolate branco totalmente vegano. Produzido artesanalmente por Ana, a novidade pode ser consumida tanto por veganos quanto por pessoas intolerantes à lactose, pois seu ingrediente principal é o leite de soja. Além disso, Curcelli garante que o chocolate não contém gordura trans nem colesterol.
No entanto, para conseguir comprar a barra de 25g, que custa R$3 cada, é preciso ir até a casa de Curcelli, que fica no bairro de Vila Mariana, em São Paulo. Porém, é possivel encontrar a delicia branca e outras guloseimas feitas por Curcelli em eventos como a Verdurada, ou fazer uma encomenda via Correios. Nesse caso, soma-se o custo do frete e da embalagem de isopor, pois o chocolate não pode ficar em temperatura ambiente.
Mais informações:  Tel 5579 2314 ou www.veganas.blogspot.com


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ECO-INCOERENTES

Com certeza você já ouviu falar muito de eco-chato. E deve ter ouvido, ou até concluído, o perfil do eco-chato dessa forma: "Esquisito e revoltado, o eco- chato só serve para estragar a festa dos outros, disseminar hábitos impossíveis de adotar e ser muito, mas muito arrogante". Pois é, se as pessoas tivessem dado a devida importância aos eco-chatos, talvez a situação ambiental nos dias de hoje não fosse tão delicada.
Não gosto de rótulos, mas vou partir do famoso eco-chato para fazer alusão à um outro perfil que tenho percebido com grande frequência: o eco-incoerente.
Talvez por ignorância ou pelo medo de serem também vistos como eco-chatos, os eco-incoerentes são pessoas muito bem instruídas, como estudantes, inclusive de pós-graduação, e professores de cursos cujo maior objetivo é formar profissionais capacitados para atuarem em questões ambientais, jornalistas reconhecidos, ambientalistas famosos e outros tantos formadores de opinião ligados ao assunto que levantam a bandeira da preservação do meio ambiente, mas continuam a comer carne. Não consigo compreender quem se diz preocupado e sabe de todos os malefícios ao meio ambiente causados pela pecuária, pesca e criações de animais para consumo humano, ainda continuar a se alimentar da mesma forma, com a dieta vergonhosa e antiética do cardápio onívoro. Afinal, como podem lutar pelo meio ambiente e continuar a matar algumas espécies: Por que alguns animais não são merecedores de cuidado, zelo, ONGs por sua preservação, respeito e dignidade?
O que me entristece é saber que a maioria dos eco-incoerentes é formada por pessoas maravilhosas, cheias de vontade de acabar com problemas ambientais sérios e também por pessoas que já atuam pelo meio ambiente de forma especatular, porém, incoerente.
Já que para muitas e muitas pessoas o "discurso" sentimental pró-vegetarianismo não cabe, vamos racionalizar pela vida humana? É urgente que todos entendam que adotar a dieta vegetariana é fazer mais que uma boa ação aos animais.
Deixar de financiar a pecuária é deixar de financiar queimadas, emissões de metano - gás 23 vezes mais poluente que o CO2, contaminação de rios, entre tantos outros problemas. Ou seja, a pecuária é um dos principais vilões do aquecimento global. Segundo a ONU, representa 18% dos gases prejudiciais às mudanças no clima e chega a ser mais poluente que os automóveis. Além do metano liberado pelos rebanhos em seu processo de ruminação, temos os sérios problemas dos fertilizantes utilizados nas plantações que os alimentam. É espantoso, mas cerca de 90% da soja plantada nos campos de nossas florestas queimadas e destruídas são destinados à pecuária! Um dos fertilizantes mais usados nas plantações de soja é à base de nitrogênio, o qual é 310 vezes mais poluente que o dióxido de carbono ( CO2 ). De acordo com a Embrapa, para produzir 1 tonelada de grãos de soja são necessários 80kg de nitrogêncio. Estudos da Universidade de São Paulo mostram que sem o nitrogênio é praticamente impossível produzir a quantidade de alimentos que o mundo requer, sendo que a maior parte desses cultivos é destinada aos gados e não aos seres humanos. O problema está no uso desenfreado e excessivo do nitrogênio, pois não é absorvido pelas plantações e se torna um poluente altamente perigoso, muda rapidamente de estado e vai da terra para o ar e a água com muita facilidade, contaminando os ecossistemas agrícolas e penetrando nos lençóis freáticos. A afirmação que não nos deixa dúvida sobre o problema amtiental desses fertilizantes veio do pesquisador Luiz Antônio Martinelli, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura ( CENA ), o qual disse: " Enquanto tem se falado bastante da questão do carbono, o problema do nitrogêncio é pouco discutido. A gravidade da situação, no entanto, pode ser até maior que a do carbono".
Ou seja, podemos dormir tranquilos porque fechamos a torneira para escovar os dentes e separamos nosso lixo para reciclagem? Vamos salvar o mundo plantando árvore para neutralizar a emissão do carro? Não, não vamos. É claro que todas as ações pela busca da sustentabilidade são muito bem-vindas, desde que tomemos consciência daquelas que são tão importantes e cruciais.
Não dá mais para se apegar aos apelos sociais do churrasco e ao padrão cultural que impera nas mentes de quem, mesmo sabendo de todos os problemas, continua com a dieta não sustentável. Precisamos, com urgência, falar cada vez mais sobre a realidade das criações de animais e conscientizar aqueles que desconhecem a repercussão da sua escolha alimentar.
A doença do planeta Terra chama-se ser humano. Estima-se que em 2050 sejamos 9 bilhões de pessoas. Se a dieta onívora perseverar e as próximas gerações se apegarem aos ensinamentos culinários de seus pais e avós, como ficaremos? O planeta está doente e fará esforços grandiosos para se curar. Para ele, expulsar junto com outros seres o único animal capaz de matar todas as espécies e cometer suicídio não é difícil. Está na hora de olharmos nossos pratos como uma das formas de consumo mais importantes e pensar, sem egoísmos e suscetibilidade ao paladar: "Eu prefiro a vida". E lembrar que não se refere apenas à vida dos animais, mas a do ser humano também.
Adotar a dieta vegetariana é militar pelo meio ambiente de verdade.


VEGETARIANISMO NA PELE
Estudo pioneiro constata que a dieta típica do vegetariano é capaz de evitar um dos tipos mais comuns do câncer de pele

Exposição ao sol sem a devida proteção, histórico familiar e consumo de carne e alimentos gordurosos são fatores que, quando somados, aumentam as chances de desenvolver câncer de pele. Isso foi o  que concluiu um estudo do Instituto de Pesquisas Médicas de Queensland, na Austrália, publicado no American Journal of Clinical Nutrition em maio.
Liderado pelo especialista em nutrição Dr. Torukiri Ibiebele, o grupo de pesquisadores analisou a alimentação de 1360 pessoas, entre 25 e 75 anos, durante os anos de 1992 e 2002. Para a realização do estudo, os cientistas observaram os principais componentes de 38 grupos de alimentos e identificaram dois grupos de dieta: a primeira, com grande ingestão de gordura e carne, e uma segunda, rica em frutas, legumes e verduras. Os médicos levaram em consideração ainda a cor da pele de seus pesquisados, o total de horas que ficavam expostos ao sol e os riscos de desenvolvimento de tumores, devido ao histórico familiar.

            

Ao final da pesquisa, Dr. Ibiebele e sua equipe constataram que uma dieta rica em verduras, legumes e frutas diminui em 54% as chances de uma pessoa desenvolver o câncer de pele do tipo SCC ( Squamous Cell carcinoma ). Segundo o dermatologista Dr. Eugêncio Pimentel, chefe do ambulatório de dermatologia do Hospital das Clínicas, em São Paulo, esse é o segundo tipo de câncer de pele mais comum e ataca as camadas mais externas da pele.
Confirmando o que os pesquisadores australianos já haviam constatado, de que não existiam até hoje estudos que ligassem a doença com a alimentação, Pimentel afirma que a principal causa, até então c onhecida, é a superexposição solar. O tratamento desse tipo de câncer é fácil de tratar quando é identificado logo no início, mas pode desfigurar a região afetada caso não seja removido rapidamente. Normalmente as áreas mais expostas como boca, nariz e orelha são onde as feridas se manifestam, de acordo cmo o site da ONG norte-americana The Skin Cancer ( O câncer de pele ), que mantém imagens dos casos mais graves.
Mais informações: www.ajcn.org e www.skincancer.org

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ANIMAIS E A INDÚSTRIA DA CARNE

Agricultura animal significa negócios grandes, normalmente impulsionados por um sistema de tortura mecanizado chamado de "fazendas de criação de animais".

Para maximizar ao máximo os lucros, produtores de carne, leite e ovos tentam tirar o que podem dos animais pelo menor espaço possivel.
Esta superpopulação severa de rotina causa ferimentos e doenças, problemas que são mascarados com antibióticos nas alimentação dos animais e também através de práticas cruéis como o corte dos bicos das galinhas e dos chifres das vacas, amputações dos rabos - tudo isso sem anestésicos.



Vaca confinada à sua miserável espera pela morte

Muitos animais criados para o consumo animal são confinados em minúsculas jaulas, os quais ficam sem espaço para se mexer.  A maioria nunca nem vê a luz do dia ou pisa sobre o solo natural ou gramado. Ao invés dsiso, eles vivem num mundo de piso de concreto, máquinas e ambiente imundo.
Galinhas que são criadas para consumo são mantidas em locais semi escuros, com pouquissimo espaço para se mexer ou andar. Para evitar que elas briguem entre si, seus bicos, que são muito sensíveis, são cortados com uma lâmina quente sem anestésicos.


Porca mantida em baia apertada até a morte


Porquinhos e bois são submetidos à castrações sem nenhum anestésico, e o mesmo acontece com os chifres dos bois, que também são removidos sem anestesia. O gado criado para virar bife podem nascer num Estado, engordados em outro, e assassinados ( abatidos ) em um outro Estado. As mães porcas ficam espremidas em baias ( tipos de estábulos minusculos ) cujo piso é de concreto, e o espaço é tão apertado que torna impossivel que elas girem ou se mexam. Elas são periodicamente mantidas grávidas ou alimentando seus filhotes. Estas terríveis condições de aperto causam problemas em suas juntas, canibalismo entre os animais, auto-mutilações e doenças infecciosas.



Entre em contato conosco: voa@vivaosanimais.com.br


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