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A face da morte


Note o desespero no rosto deste filhote de foca ao saber que seu doloroso fim chegou. Como um assassino destes pode ser chamado de ser "HUMANO"? 

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Os gramados verdes e o cenário idílico que ainda são ilustrados em livros infantis de fazendas de animais confinados foram substituídos por cubículos de metais sem janelas, engradados ( caixas ) de gestação, e outros sistemas de aprisionamento – o que é conhecido pelo nome de fazendas de confinamento.

Animais confinados não possuem proteção legal dos terríveis abusos que seria considerado ilegal se acontecessem com cães e gatos: negligência, mutilações, manipulação genética, dietas à base de drogas que causam dores crônicas e aleijam, transporte de animais independentemente das alterações climáticas e abatimento desumano. E animais confinados não são menos inteligentes ou incapazes de sentir medo e dor que os cachorros e gatos que nós tanto amamos como nossos companheiros.

 " Aquele que não dá valor à vida não a merece. Números incontáveis desses animais terão seus filhos arrancados deles, rasgados e barbaramente trucidados”.

Leonardo da Vinci, pintor e escultor

DEPRIVAÇÃO E DOENÇAS

O sistema de confinamento das agriculturas modernas se esforçam para produção ao máximo de carne, leite e ovos tão rápido quanto baratos for possível, e no menor espaço possível. Vacas, porcos, galinhas, cordeiros, perus, patos, gansos, coelhos e outros animais são mantidos em pequenas gaiolas ou galpões geralmente inaptos a circular de tão cheios. Eles não têm espaço para andar e se exercitar, já que o intuito é que toda a energia de seus corpos vá para a produção de carne, ovos e leite para consumo humano. Drogas são dadas à estes animais para que os mesmos engordem mais rapidamente e são alterados geneticamente para crescerem mais rápido o para produzirem a maior quantidade de leite e/ou ovos possível do que eles naturalmente produziriam.


Galpão de confinamento de galinhas. Amontoadas e com espaço fisico minúsculo para cada uma, é aqui que elas passam suas vidas à espera da morte.

Devido às doenças que aparecem com a super população destes galpões, animais confinados são alimentados com imensas quantidades de pesticidas e antibióticos, que mantêm-se em seus corpos e são passados às pessoas que os comem, criando sérias ameaças à saúde humana. Tanto a Organização Mundial da Saúde e a Associação Médica Americana têm apoiado o fim do uso de antibióticos. Embora o Mc Donald´s tenha anunciado o término do uso de antibióticos, a rede de fast-food não parece ter diminuído o uso dos antibióticos. A indústria simplesmente não consegue criar bilhões de animais por ano em condições tão degradantes sem o uso destas drogas que permitem que os corpos dos animais sobrevivam à condições que, sem os antibióticos, não sobreviveriam.

GALINHAS

As galinhas são animais curiosos que, quando estão em seu habitat, formam amizades e hierarquias sociais, reconhecem umas às outras e desenvolvem amor e cuidados pelos seus filhotes, e aproveitam uma vida que inclui banhos de pó, ninhos e empoleiram-se em árvores. Em fazendas de confinamento, no entanto, estas atividades lhes são negadas.


Galinhas que botam ovos confinadas na sujeira cujo espaço mal dá para se mexer

Galinhas que dão ovos vivem amontoadas em gaiolas postas uma em cima da outra em imensos armazéns. Confinadas entre 7 ou 8 em cada gaiola, eles não têm espaço suficiente para virarem ou até mesmo para abrir uma de suas asas. Correias transportadoras trazem comida e água e levam embora seus ovos e excrementos. Galinhas ficam sem comida e luz por dias, o que leva à perda de penas e de peso. Para evitar comportamentos de stress causado pela superpopulação, como umas matando às outras, as galinhas são mantidas na semi-escuridão, e seus bicos são cortados com lâminas quentes ( sem remédio para dor ). Os arames das gaiolas induzem à queda das penas, machuca e corta suas peles e aleijam seus pés.

As galinhas podem viver pelo período de uma década, mas estas galinhas tornam-se exaustas em pouco tempo e incapazes de produzir tantos ovos quando chegam aos 2 anos de idade, e então elas são mortas. Mais de 100 milhões delas morrem em matadouros a cada ano... 98% da indústria de galinhas que botam ovos estão concentradas em fazendas de confinamento.


Corte do bico das galinhas e pintinhos com lâmina quente, sem anestésico. 

Aproximadamente 9 bilhões de galinhas para serem consumidas pelos humanos são criadas em galpões todos os anos. Iluminação artificial é manipulada para manter os pássaros comendo sempre que possível. Para conseguir atingir a demanda e reduzir os custos de produção, a seleção genética necessita de pássaros grandes e de crescimento rápido ( hoje leva-se apenas 6 semanas para “criar” um pintinho até sua maturidade e peso desejáveis ), fator que causa condições extremamente dolorosas para as juntas e ossos do animal. Investigações secretas à estas indústrias têm repetidamente revelado galinhas sofrendo de desidratação, doenças respiratórias, infecções, ataques cardíacos, pés aleijados e outras doenças sérias.

 Transporte de perus                    


                   Transporte de galinhas

No matadouro, galinhas são penduradas de ponta cabeça, suas pernas são presas à algemas de metal, suas gargantas são cortadas e então elas são imersas em água fervente para a remoção de suas penas. Elas normalmente estão conscientes através do processo todo...

                    
Galinhas penduradas vivas      A origem do peito de frango

PEIXES

Eles também sentem dor.
Em um documentário realizado no EUA, estudiosos declararam que os peixes têm em suas bocas quase a mesma quantidade de terminações nervosas que os humanos têm em seus genitais. Assim, puxar um peixe para fora d'água com um anzol seria como tirar uma pessoa da água segurando suas partes íntimas.

Muitos peixes, especialmente os que vivem no fundo do mar, usam a boca não só para se alimentar, mas também como uma espécie de sensor geral. Eles possuem uma alta densidade de nervos.

Esta informação nos faz refletir sobre os programas de pesca na TV, em que os desportistas ou apresentadores capturam peixes com anzol. Aparentemente bons ecologistas ou bons samaritanos, depois de fisgá-los, eles os devolvem à água. Só que não podem imaginar a dor e o estresse que provocam no animal, que, segundo os especialistas, é suficiente para que a grande maioria não consiga sobreviver.

A dor na boca impede que eles se alimentem, o que facilita a inanição e a morte: o sangramento freqüentemente atrai predadores, como piranhas e jacarés. Quando esses programas estrearam, imitando os similares norte-americanos, entendeu-se ser uma boa ação devolver à água os peixes capturados. O ideal seria proibir esses torturantes programas.

A sensação de um peixe for a d'água se compara à de um homem sendo asfixiado, sentindo suas forças se esvaírem lentamente. A retirada da água causa uma dor terrível e provoca sangramento das guelras.

A dor gerada pelo imenso arpão de um mergulhador quando atravessa o corpo de um peixe deve ser a mesma que sentiríamos se fôssemos trespassados por uma lança.

Os peixes criados em tanques, como tilápias, carpas e trutas, também são submetidos a forte estresse devidos aos espaços exíguos em que são mantidos. Em alguns restaurantes é possível ver aquários onde peixes e lagostas são expostos para ser escolhidos pelos fregueses.

Esses aquários estão longe de fornecer o mesmo espaço que esses animais encontrariam na natureza. Muitas vezes, em virtude da urgência em se preparar os pratos, são descamados, têm o couro arrancado, ou são eviscerados ainda vivos!

Há certas especialidades culinárias japonesas, um tipo de sushi, em que o peixe é servido ainda vivo. Segundo os experts, é necessário que ele ainda se mova ao ser servido, caso contrário o prato deve ser devolvido!

VACAS E BEZERROS

"As ondas cerebrais das vacas mostraram sua excitação e alegria; seus batimentos cardíacos se elevaram e algumas vacas até mesmo pularam. Nós batizamos este momento com o "Momento Eureka".

Declaração do veterinário Donald Broom, da Universiadade de Cambridge, discutindo sobre a reação das vacas ao solucionar um problema.

Vacas cuidam de seus filhotes e formam amizades duradouras umas com as outras e têm demonstrado vaidade, apego e vontade de brincar. Mas as vacas criadas para o consumo de carne e laticínios são removidas de seus pastos e para longe de seus bezerros.



Animais marcados à força com ferro quente.

Gado criado para consumo podem ter nascido em um estado, criado e “engordado” em outro e morto em um outro. Eles são alimentados com dietas anti naturais como grãos que geram massa e outros alimentos que fazem a vaca engordar, como comidas fora das datas de validade para cães e gatos, fezes de galinhas e restos de comida de restaurantes. Elas são castradas, seus chifres são cortados de suas cabeças e têm seus corpos demarcados com ferro quente – tudo sem anestésicos. Durante o transporte, estes animais são amontoados em caminhões de metal onde elas sofrem com altas temperaturas, falta de comida, água, cuidados veterinários e quedas.

1.    2.   3.

Vacas amontoadas dentro de caminhões ( foto 1 e 2 ) e vaca sendo forçada para dentro do caminhão ( foto 3 )

No matadouro, elas podem ser penduradas de ponta cabeça pelas suas pernas traseiras e desmembradas ainda totalmente conscientes. A taxa de morte em um matadouro é de 400 animais por hora, e “a fila nunca pára só porque um animal ainda está vivo”, diz um funcionário de um matadouro.

                                  
Dentro do matadouro, onde as vacas ficam penduradas até a morte.

Os bezerros que viram vitela são tirados de suas mães dias após seus nascimentos e ficam reclusos em gaiolas minúsculas com tiras de ferro de base. Já que o leite de sua mãe servirá para consumo dos humanos, os bezerros são alimentados com leite substituto designado para ajudar a ganhar peso ( pelo menos 1kg por dia ).  Sendo u
ma carne alva, tenra e considerada deliciosa,
Assim que nascem, os bezerros machos são retirados da presença da mãe e passam a ficar reclusos em gaiolas minúsculas individuais e com tiras de ferro de base. Recebem um banho frio e passam a se alimentar com leite fornecido não em tetas, mas em recipientes ou canaletas, designado para ajudar a ganhar peso ( pelo menos 1 kg por dia ). A dieta é propositalmente baixa em ferro para que os bezerros desenvolvam anemia e sua carne torne-se branca e macia.

O ato de sugar, importante para esses pequenos seres, não lhes é permitido, o que produz um alto índice de ansiedade. Costumam então sugar qualquer coisa que lhes é dada, como dedos, pontas de roupas, etc.

Sua carne deve ser branca e macia. Para isso é necessário que os músculos dos animais não se tornem avermelhados, como os tecidos de vacas adultas. A técnica de produção da vitela mostra que é preciso evitar a atividade muscular para impedir a oxigenação dos músculos. Para isso, os animais devem ser mantidos em pequenas celas que impeçam seus movimentos.

Depois de um tempo, os animais são forçados a permanecer em pequenos currais individuais onde somente conseguem ficar de pé com o pescoço virado para a direita ou para a esquerda.

Em dias alternados, funcionários mudam a cabeça do animal cada dia para um lado. Raramente têm a cabeça voltada para frente com o pescoço esticado, pois isso permitiria a movimentação dos músculos do pescoço. Esse processo é mais comum algumas semanas depois do nascimento.

Ainda para evitar o tingimento dos músculos, os bebês são forçados a uma dieta completamente isenta de ferro, o que lhes provoca uma fraqueza profunda.

A ausência do mineral em seus corpos produz uma grande ansiedade por tudo aquilo que possa conter ferro, mas até a água que lhes é fornecida é desmineralizada, Por isso os animais lambem pregos e material metálico das celas e até mesmo sua própria urina. Enchem os olhos de lágrimas e emitem sons guturais estranhos. Esse sofrimento não dura mais que três meses, quando já estão prontos para o abate. São então levados para um local onde são cruelmente mortos , em geral com um corte profundo na jugular, para perder todo o sangue lentamente.


Visitar uma área de criação de vitela é como estar em um campo de concentração infantil. Os novihos olham para os visitantes e se aproximam como quem pede ajuda.

Todo ano, só nos EUA cerca de um milhão de bezerros são mortos para servir aos refinados apreciadores de uma "boa" carne.

O hábito de comer vitela começou provavelmente quando vacas grávidas morriam e serviam de refeição. Percebeu-se que o feto tinha uma carne de textura muito tenra. Depois vieram os métodos para manter a carne do bezerra macia por mais tempo. Por isso hoje se consegue essa façanha com animais de até três meses de idade.

Muitos deles morrem antes de completar três meses de nascidos, alguns por infecções (uma vez que seu sistema imunológico é frágil devido à anemia), outros por doença de causa desconhecida. Apresentam diarréias constantes e ficam cada vez mais tristes, até se entregar à morte libertadora. Sua carne, mesmo nesses casos, é direcionada para os restaurantes.

É possível entender perfeitamente a origem dessa doença “de causa desconhecida”. Se um bebê humano, imediatamente afastado de sua mãe ao nascer, for amamentado artificialmente, estando preso a um berço que limite os seus movimentos, sem receber carinho de forma alguma, sentindo fraqueza constante, certamente viverá bem menos que uma vaca.
A produção de leite também implica crueldade com os animais. Milhares de bezerros são mortos, depois de serem criados em gaiolas minúsculas para que não desenvolvam nem enrijeçam músculos e sejam abatidos e vendidos como se fossem vitelas. Ao tomar o seu “leite”, a pessoa torna-se cúmplice dessa produção e do abate indiscriminado de bezerros.



A verdade por trás da  picanha.

PORCOS:

Porcos são animais muito limpos que tomam banho de lama para se refrescarem e afastar as moscas. Eles são tão amigáveis quanto os cachorros. Porcas-mãe em fazendas de confinamento vivem suas vidas em caixotes ( como engradados ) pequenos.

  Porca mãe  ( confinada ) e filhotes.
            Castração no porco sem   anestésico.

Embora os porcos sejam naturalmente afáveis e sociais, o confinamento causa comportamentos neuróticos como canibalismo ( muitas vezes comem também os rabos ); fazendeiros então usam alicates para quebrar os dentes dos porcos e cortar seus rabos – tudo sem anestésicos.


          
Desespero,,,                       Receita do bacon...


Os porcos são transportados passando por mudanças climáticas radicais, normalmente congelando dos caminhões até os matadouros e muitas vezes morrendo de desidratação e acidentes nas rodovias.



Aqui está a "receita" da feijoada, infelizmente conhecida como o prato mais tipico brasileiro.

De acordo com dados da indústria, mais de 100.000 porcos morrem no transporte para os matadouros ( só nos Estados Unidos ) à cada ano, e mais de 400.000 chegam em sua jornada aleijados.

Nos matadouros, os porcos são jogados em águas ferventes ( para amaciar suas peles e remoção dos pelos ) ainda vivos. Uma investigação da Organização Americana PETA descobriu trabalhadores destes matadouros que matavam os porcos batendo suas cabeças contra o chão e batendo neles com martelo até a morte.

          
Dentro do matadouro          Porcos mortos em acidente

Assista ao vídeo sobre matadouros . Depois clique no botão "Watch it" para vê-lo ( fonte segura, não há perigo de vírus ).


MEIO AMBIENTE E PREOCUPAÇÕES COM A SAÚDE

Estas fazendas que visam o confinamento de animais para consumo são prejudiciais também ao ambiente: elas produzem bilhões de quilos de adubo por dia, o que acaba poluindo lagos, rios e água potável.

Só nos Estados Unidos, 80% das terras são usadas para criar animais para consumo e para crescimento de grãos para alimentá-los – é quase a metade do total de terras dos 48 estados da parte de baixo do país. Galinhas, porcos, vacas e outros animais criados para consumo consomem metade da água do país.

O número estimado de 1 em cada 4 vacas que entra num matadouro provavelmente está contaminada com E.coli. Um estudo em aproximadamente 500 galinhas encontrou a campilobactéria em 42% e salmonella em 12%, totalizando 90% das bactérias resistentes aos antibióticos. Ovos são uma ameaça para 1 a cada 50 pessoas à cada ano por causa das bactérias.

A melhor maneira de salvar os animais da impiedade destas fazendas de criação de animais para abatimento é parar de comprar carne, leite e ovos. Vegetarianismo e Veganismo significam alimentação sem matança e à favor da vida: da sua e dos animais.

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“ Meus pais me ensinaram a não
ignorar o ato de crueldade
contra os animais. Por isso sou
vegetariana”.

Stella McCartney, designer de
de roupas e filha do também
vegetariano Paul McCartney.

Assista ao anúncio contra o uso de casacos de pele com Stella McCartney.

A VACA MISERÁVEL E DEPRIMIDA:
ESTA HISTÓRIA VAI MUDAR A SUA VIDA


O caminhão que carregava esta vaca estava descarregado na área de depósito de uma empresa ( Walton ), em Kentucky em uma manhã de setembro. Depois de outros animais serem removidos do caminhão, ela foi deixada para trás, incapaz de se mexer. Os trabalhadores do depósito bateram e chutaram-na no rosto, costelas e costas. Eles usaram, como de costume, aparelhos de choques elétricos em seu ouvido para tentar tirá-la do caminhão, mas ainda assim a vaca não se mexeu. Os funcionários então amarraram um cordão em volta de seu pescoço e amarraram a outra ponta em um poste, e foram embora com o caminhão. A vaca foi arrastada no piso do caminhão e então caiu no chão, caindo com suas pernas traseiras e pélvis quebradas. Ela continuou na mesma posição até às 7:30 daquela noite.

A vaca ficou sob o escaldante sol chorando pelas primeiras 3 horas. Periodicamente, quando ela urinava ou defecava, ela usava suas pernas dianteiras para se arrastar ao longo da rodovia desnivelada até um local mais limpo. Ela também tentou se arrastar para a sombra, mas não conseguiu se mexer para muito longe de onde estava. Os funcionários não deram água à ela, e a única água que ela recebeu foi dada por Jessie Pierce, uma ativista e moradora local, que havia sido contactada por uma mulher que testemunhou o incidente. Jessie chegou ao meio dia. Após não ter recebido nenhuma cooperação dos trabalhadores, ela ligou para a polícia do condado de Kenton. Um policial chegou mas foi instruído pelos seus superiores à não fazer nada à respeito. Ele deixou o local às 13:00hs.

Um funcionário do depósito informou Jessie às 13:00hs que ele havia obtido permissão da companhia de seguro para matar a vaca mas que não o faria enquanto Jessie não fosse embora. Embora na dúvida que o funcionário manteria sua palavra, ela foi embora às 15:00hs. Retornou às 16:30hs e encontrou o local vazio. Três cachorros estavam atacando a vaca, que ainda estava viva. Ela havia sofrido vários ferimentos de mordidas, e sua água havia sido removida. Jessi contactou a policia do estado de Kentucky. Quatro policiais chegaram por volta das 17:30hs. O patrulheiro Jan Wuchner queria matar a vaca com sua arma mas lhe foi dito que uma veterinária a mataria. Os dois veterinários do depósito não queriam matar a vaca alegando que, para preservar o valor da carne, ela não poderia ser destruída. O açougueiro chegou às 19:30hs e atirou na vaca. Seu corpo foi comprado por U$307,50 dólares ( normalmente animais que são aleijados ou machucados ou que são encontrados mortos são considerados inaptos para consumo humano e são usados para comida de animais como cães e gatos ).

Quando o operador do depósito foi questionado anteriormente pelo repórter do “The Kentucky Post”, ele declarou: “Nós não fizemos absolutamente nada com relação à isso”, e referiu a atenção dada à vaca por trabalhadores humanos e pela policia como “besteira”. Ele riu durante o questionamento, dizendo que não encontrou nada de errado com a forma que o incidente havia sido conduzido.

Isto não é um caso isolado. É tão comum que animais nestas condições são conhecidos no mundo americano da indústria da carne como “animais miseráveis”. Após este incidente, a associação ética americana à favor dos animais PETA deu atenção suficiente à este problema até que o departamento policial do condado de Kenton adotou a regra demandando que todos os animais em condições miseráveis sejam imediatamente concedidos à eutanásia, estejam eles na fazenda, sendo transportados ou em matadouros.

Infelizmente, muitas cidades dos Estados Unidos e do mundo todo não têm tais leis e animais em condições miseráveis continuam a sofrer. Tal atitude está nas mãos dos próprios moradores e cidadãos, e está nas mãos dos consumidores em recusar-se a comprar os produtos desta indústria miserável e triste.



Assista ao vídeo MEET YOUR MEAT (conheça sua carne ). A  fonte é segura, não há perigo de vírus. Aperte o botão "Watch it"  e entenda alguns dos motivos para não comer carne. O vídeo está em inglês.
Se preferir assistir ao vídeo em espanhol, clique em
CONOZCA SU CARNE



Entre em contato conosco: voa@vivaosanimais.com.br


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